Por Ingridy Motta em IA na saúde | Postado em 10 de janeiro de 2026
Os chatbots com inteligência artificial trouxeram mais agilidade e humanização no atendimento em escala de clínicas e instituições de saúde. No entanto, apesar de toda a praticidade, eles também podem apresentar um desafio importante: a alucinação de IA.
Isso acontece quando o chatbot com IA gera respostas incorretas, imprecisas ou até inventa informações, resultando em falsos positivos, falsos negativos ou orientações que não deveriam ser dadas. Afetando diretamente a experiência e satisfação do paciente.
Neste artigo, vamos explicar tudo sobre alucinação de IA, por que ela acontece e como evitá-la no atendimento ao paciente. Siga a leitura!
Segundo a Google Cloud, alucinação de IA é quando modelos de inteligência artificial (nesse caso, o chatbot) gera respostas incorretas, sem sentido ou inventadas, e as apresentam como se fossem fatos reais.
No contexto de chatbots para clínicas, a alucinação de IA pode se manifestar de formas bem práticas, como:
Por isso, entender e saber como controlar esse conceito é importante para entregar um atendimento mais seguro, confiável e alinhado com a realidade da clínica.
Os modelos de inteligência artificial aprendem a responder a partir de instruções e dados fornecidos a eles, também conhecidos como prompts. Essas instruções orientam o chatbot sobre o que e como responder. Por isso, a forma como essas instruções para a IA são escritas e organizadas tem impacto direto na qualidade das respostas.
Quando um chatbot recebe essas instruções incompletas, desatualizadas, duplicadas, ou desorganizadas, a alucinação de IA acontece.
Dessa forma, pode gerar impactos consideráveis, como por exemplo:

A alucinação de IA pode ser evitada com boas práticas, tecnologia adequada e uma estrutura correta de instruções. A seguir, você vai entender quais são os principais cuidados para manter seu chatbot alinhado com a realidade da sua clínica!
Chatbots com IA funcionam a partir de instruções (prompts) que orientam como o modelo deve responder. Quanto mais claras, objetivas e bem estruturadas forem essas instruções, menor a chance de a IA gerar respostas incorretas ou inventadas.
No caso do chatbot com IA da Cloudia, temos dois campos de instruções para preenchimento: Caderno da Clínica e Instruções de Atendimento. Por isso, é essencial preencher corretamente cada campo disponível, separando informações institucionais da clínica e orientações de atendimento. Isso ajuda a inteligência artificial a buscar respostas apenas em fontes selecionadas.
A principal causa de alucinação em chatbots está no uso de instruções com dados incompletos ou desatualizados. Por isso, todas as informações fornecidas à IA devem refletir fielmente a realidade da clínica.
É importante deixar claro e revisar periodicamente informações como:
Além das informações da clínica, é essencial orientar o chatbot sobre como ele deve se comportar no atendimento. Alguns pontos importantes a definir nessas instruções são:
A avaliação constante permite identificar casos de alucinação e respostas incorretas rapidamente, permitindo o ajuste de eventuais erros antes que gere grandes problemas.
Sempre que for revisar, alterar ou adicionar informações nas instruções da IA, é importante reler todo o conteúdo cadastrado. Isso ajuda a evitar informações contraditórias, duplicadas ou desatualizadas, que podem confundir o modelo e gerar respostas imprecisas.
Manter o conteúdo organizado, consistente e atualizado aumenta a confiabilidade do chatbot com IA e reduz significativamente o risco de alucinações.
Além de boas práticas internas, a escolha da tecnologia faz toda a diferença. A Cloudia é uma plataforma de chatbot com IA desenvolvida especificamente para instituições de saúde!

Aqui, utilizamos uma metodologia mais indicada para construção das instruções do seu chatbot, com separação clara entre dados da clínica e instruções de atendimento. Isso permite mais controle e respostas alinhadas à realidade da instituição, reduzindo significativamente o risco de alucinações de IA.
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Última atualização em 12 de janeiro de 2026 por Ingridy Motta